sexta-feira, 22 de junho de 2012

Visita de Estudo


Podem aceder a todas as fotos da nossa visita de estudo no link em baixo:



Aproveitamos a tarde de domingo para irmos ver a selecção nacional a jogar contra a holanda e foi mais um jogo passado com o coração nas mãos.
Ora, Portugal era obrigado a ganhar para passar da fase de grupos mas o principal problema é que esta passagem para a próxima fase do euro não dependi só de nós mas dependia também do jogo ue estava a decorrer ao mesmo tempo que o nosso (Alemanha- Dinamarca).
Por sorte conseguimos realizar o objectivo principal, passar para os quartos de final.
Foi muito bom para nós, mais uma vez, sentir todo o espírito e orgulho português, a união de um país que se junta por esta causa e foi, para nós, definitivamente uma tarde bem passada entre amigos com os nervos à flor da pele.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Leituras Temáticas Recomendadas - Actividade E

Joana Sequeira
Para a minha leitura individual escolhi o capítulo I,que fala sobre a criação de um gabinete de apoio a lésbicas e homossexuais numa universidade, que se localiza numa cidade bastante conservadora o que cria um paradoxo pois cria simultaneamente alguma controvérsia entre a comunidade, mas também se vê algum apoio e um encorajamento em assumirem-se como homossexuais.
Na própria universidade vemos que os professores têm, ideias diferentes pois uns falam abertamente sobre a homossexualidade enquanto outros não fazem qualquer tipo de referência a isso. Isto remete-nos para o capítulo VII, que revela a orientação sexual de um professor e que tem a oportunidade de escolher e de mostrar isso através da decoração do seu gabinete.
O capítulo II refere ainda que se pretende que os alunos desta universidade tenham uma educação diversificada e que aceitem as diferenças assim como no capítulo VII o professor faz referência ao facto de querer transmitir aos seus visitantes conhecimentos através das imagens que podem proporcionar conversas que levam à transmissão de conhecimentos.  


Filipa Barbosa
O capítulo escolhido, por mim, para análise individual intitula-se por “Escolhendo alternativas ao WellofLoneliness”, o capítulo VI da obra “Pensar Queer”.
O capítulo em questão, escrito por RobLinné, tal como o próprio título indica, apresenta-nos uma série de alternativas ao chamado, WellOfLoneliness. A primeira questão surge aqui, sobre qual a noção deste termo. Aquando a leitura deste capítulo os conceitos foram surgindo e interligando-se entre si. Na minha opinião, a palavra-chave a reter deste capítulo e desta obra é o termo “queer”. Este termo exprime o tema fulcral deste texto, a homossexualidade e como ela é entendida.
O capítulo apresentado faz referência à forma de como a homossexualidade foi sendo entendida ao longo dos tempos. Ao longo do texto, são-nos apresentados alguns testemunhos de adolescentes que foram conhecendo esta realidade gradualmente. Esta realidade foi sendo entendida de diferentes formas, e de meios diversos. As alternativas ao WellofLoneliness, mencionam livros, filmes, revistas que fazem referência ao tema da homossexualidade. Após a leitura deste capítulo, é dado a entender ao leitor, a existência por parte dos editores, um cuidado peculiar com este tema, talvez fizessem com que os adolescentes da época tivessem uma ideia errada do que a homossexualidade é na realidade nos dias de hoje, e, de certa forma, também no passado. Isto é, os editores dos diversos meios de comunicação, aproveitavam o facto de a homossexualidade ser um assunto pouco discutido, e visto por muitos como algo pérfido, para fazer passar uma ideia pré-concebida, de que a homossexualidade era de facto algo mau para vivência humana, como uma escolha a não seguir. Para isso, os meios de comunicação utilizavam histórias de pessoas que optaram por ser homossexuais, e que nunca tinham um final feliz. Tal como nos é dito neste capítulo, e passo a citar: “Os romances para jovens adultos tendem a deixar, no final da história, os protagonistas homossexuais sós e isolados, reforçando assim a imagem do queer como uma vítima impotente.”, ou seja, aqueles que não morriam teriam um final infeliz, acabando sós e isolados. Isto para dar a entender a incapacidade de mudar o rumo do destino, fazendo com que as personagens queer parecessem incapazes de ser felizes.
Considero que o meu capítulo está, como todos os outros, muito ligado ao capítulo de grupo. Isto porque toda a obra se rege em volta da discussão sobre a temática da homossexualidade, por isso, também o capítulo VII é regulado em função do mesmo assunto.
A semelhança entre os dois capítulos é grande, sendo que os dois nos passam a ideia de que o ser-se homossexual é algo negativo e que existe por parte de muitos, a tentativa de manipulação desta realidade, bombardeando-nos a todos com imagens heterossexuais.


Rui Cardoso
No capítulo 4, é feita uma breve descrição da vida de um Professor de meia idade, com uma carreira extensa. No entanto, apesar destas características ele revela-se ‘diferente’, isto é ele próprio identifica-se como um professor homossexual, tentando defender ao longo dos anos a sua posição na sociedade. Por isso, nesta parte do livro tenta explicar os seus hábitos e a maneira como relaciona a sua vida privada com a profissional, sendo diversas vezes uma tarefa difícil, visto que os homossexuais, ainda atualmente, continuando a lutar arduamente por respeito e igualdade na sociedade.

Tentando igualar-se na sociedade e na sua vida profissional, este explica aos alunos as suas escolhas e revela sempre que tem um companheiro de vida, com o objetivo de se tornar ‘igual’ a todos os outros professores, que têm opções consideradas normais, pelos estereótipos da sociedade. Mas a luta destes não é só na sociedade, mas também para serem aceitas nas escolas como profissionais e educadores iguais a quaisquer outros. Este revela ainda, que não são só os professores, mas também os alunos “Queer” que lutam por igualdade e proteção nas escolas, devido principalmente aos maus tratos e preconceitos existentes.

Durante o capítulo 7, o professor revela como se enquadra no seu local de trabalho, explicando a decoração do seu gabinete, pois este local é um “misto de conhecimento e ignorância e com o passar do tempo dentro desse local a primeira componente (conhecimento) aumentará, enquanto que a segunda componente (ignorância) vai diminuindo”. O docente decora o seu gabinete de acordo o seu gosto, e as imagens que lá colocam demonstram a quem o ‘visita’ ter uma perceção da maneira de ser deste.

A junção dos dois capítulos ajudou-me a perceber o porquê de o professor escolher o seu gabinete como um local para revelar um pouco de si a quem lá entra, através de imagens. Assim a própria pessoa consegue conhecê-lo um pouco melhor, através de linguagem visual. Penso que é bastante evidente, que ainda hoje, apesar da evolução da sociedade, ainda existe um grande preconceito pelas pessoas “Queer”, e principalmente, quando estas têm uma profissão de elevado estatuto. Por isso, estas têm que aproveitar todas as oportunidades, como o caso do gabinete, para se expressarem e mostrarem realmente quem são, de forma a continuar sempre com a sua luta. 

Marta Noversa
Depois de ler o capítulo 1 do pensar Queer não vejo muitos aspectos relevantes que o liguem ao capítulo 7, a não ser alguns exemplos de como pôr em prática a tal “teoria queer” que o capítulo  1 retrata. Podemos vê-la por exemplo quando no capítulo 7 se fala dos vários quadros que o professor homossexual tinha no seu gabinete, revelando e protegendo o seu verdadeiro “eu” tornando-o mais seguro dos seus ideais.
Passo a expôr algumas ideias que reti depois de ler o capítulo 1:
- “Afinal as vidas creativas são as que valem a pena viver” esta frase revela a teoria queer, já que queer poderá ser traduzido mesmo por  estranho, talvez ridículo, excêntrico, raro, ou até mesmo extraordinário.
- Deduzi que a teoria queer destina-se a qualquer indivíduo que mostra que a sexualidade é uma troca, uma mudança de estar no mundo
- Condena a escola e a igreja uma vez que o ensino premedita o que os alunos devem ser, o que é  bom ou é mau, o que é correto ou incorreto o que faz com que muitos alunos homossexuais se sintam inferiorizados e envergonhados pela sexualidade que têm o que não devia de todo acontecer.

Carina  Barbosa




No meu caso escolhi trabalhar o capítulo 5 do livro Pensar Queer, com o título “Do armário ao curral: neo-estereotipia em In & Out”. Escolhi este capítulo porque, apesar de uma primeira tentativa, em trabalhar o capítulo 3, falhada, o capítulo 5 me apareceu bastante interessante e dinâmico.
         Assim como no capítulo 7, fala dos homossexuais mas faz uma abordagem completamente diferente, mostrando outro lado dos acontecimentos.
No capítulo 5 dá-se um maior foco aos filmes produzidos pelas empresas
cinematográficas e da imagem que esses filmes transmitem dos homossexuais. Faz-se referência a dois filmes: In & Out e Jeffrey. Mostram as várias diferenças entre um filme e outro, dizendo que um mostra uma imagem ridicularizada dos gays, pois as pessoas acham piada à sua maneira de ser, quanto que no Jeffrey mostram o lado mais humano e sexual da vida de um gay, portanto uma imagem mais fiel à real, segundo a autora e os críticos de cinema.
Após o conhecimento obtido através das várias apresentações sobre este livro, vemos que o Pensar Queer é uma obra muito rica, pois mostra várias histórias sobre homossexuais e vários pontos de vista. 


Leituras Temáticas Recomendadas - Actividade E


Para a realização e como capítulo geral para todos os elementos do grupo seleccionamos o capítulo VII, que passamos a resumir e a criticar de seguida:


No início do cap.7 são-nos apresentados 3 presentes (a língua, a coragem e a ternura) que não são mais do que 3 exemplos de componentes críticas de um ambiente de aprendizagem saudável.
O local de trabalho de um professor é um misto de conhecimento e ignorância e com o passar do tempo dentro desse local a primeira componente (conhecimento) aumentará, enquanto que a segunda componente (ignorância) vai diminuindo, este gabinete pode ser decorado, ao gosto do docente, as imagens existentes lá proporcionam a quem está a visitar o local uma linguagem visual, o que permite a estas pessoas moldarem a imagem que nutrem pelo docente.
No caso referido no livro, estamos a falar sobre um professor homossexual de descendência africana. Este tem imagens de ancestrais que valoriza imenso já que o liberalismo que existe dentro da universidade lhe dá liberdade de escolha em relação ao gabinete. Estas imagens presentes no gabinete do docente ilustram, não só dimensões particulares na identidade desse mesmo docente como também intersecções de imagens vivas, muitas vezes a própria visibilidade destas imagens ajuda a desafiar estigmas a elas associados e “valorizar a diferença é um aspecto crucial na minha disciplina de sociologia” como o docente afirma.
Mais a frente o docente explica-nos a imagem, sabemos então que se trata de duas crianças negras, abraçadas ombro a ombro e com um sorriso completamente inocente, com uma inocência tão grande aliás que poucos adultos a conseguirão dar,  esta imagem dá ao docente diversas sensações que são importantes para este se lembrar de quem é, do lugar onde pertence e o que o povo dele passou durante toda a sua história. O docente tem diversos atrás de si, e diz-nos que sente que estes lhe protegem as costas. Fala com mais pormenor de duas imagens que estão acima de todas as outras que também funcionam como uma “prática de liberdade” para o docente e ele afirma que sentir isso a cada novo dia de trabalho é uma verdadeira bênção.
Estas 3 imagens de que o autor nos fala, têm a função de desencadear a vontade de aprender para quem visita este gabinete, estas imagens são também uma tentativa de demonstrar respeito pelos alunos e colegas, são uma afirmação que o docente atribui à tentativa de levar uma vida de resistência, encorajando, os visitantes a fazer o mesmo, estas imagens transformam o gabinete do docente num espaço social.
O docente dá-nos o exemplo de uma música “talking to the wall” que representa uma conversa que resulta no silêncio de uma das partes e contraria esta musica dando o exemplo de que ele “fala” com a parede do seu gabinete todos os dias, faz com elas um diálogo espiritual e intelectual. Para além de imagens, estes retratos possuem uma ressonância simbólica que, por pequena que seja, ajuda a alcançar uma Justiça Social.
O docente afirma que estas imagens não estão rotuladas como “imagens mais apreciadas” e que se escrevesse este artigo no próximo ano seria capaz de escolher outras imagens e não as que ele falou até agora, mesmo assim adora estas imagens porque elas exprimem o “indizível”, e apela para que este indizível possa gritar mais alto, sente-se também honrado por fazer parte daquele povo que vive na imagem.
Terminado o estudo do capítulo VII que foi trabalhado por todo o grupo, podemos dizer que foi interessante, uma vez que adquirimos diversos conhecimentos. Todos nós nos acabamos por identificar em parte com o capítulo pois já todos fizemos a visita a um gabinete de um professore todos reparamos na sua decoração.
Ao longo do capítulo vamos vendo como o preconceito pode interferir na vida de uma pessoa, e como é libertador o facto de o professor se poder expressar através da decoração do gabinete.
Em relação a obstáculos na execução do trabalho do capítulo em questão, não tivemos nenhuns, uma vez que era um capítulo esclarecedor e bastante apelativo no nosso ponto de vista.



Leituras Temáticas Recomendadas - Actividade E

A nossa equipa escolheu o livro Pensar Queer para a execução do trabalho, que no final ficou assim:
http://www.slideshare.net/joanamsequeira/pensar-queer-13348844


Multiliteracias e identidades - Actividade D

Carina Barbosa






Aspectos Positivos e Negativos:
Achei interessante fazer um vídeo para esta Unidade Curricular, visto que assim, estou a desenvolver melhor as minhas competências em programas que não costumo trabalhar com tanta frequência.
Outro aspeto positivo tem a ver com o facto de permitir com que a turma visse o vídeo e então nos pudesse conhecer melhor, apesar de, no meu caso não ter feito sobre mim mas sobre o meu cão, é algo que sem dúvida gosto de partilhar, pois é algo que eu adoro.
Em relação aos aspetos negativos, para mim, a minha maior dificuldade foi sem duvida fazer o guião, pois não conhecia termos relacionados com o mesmo nem com o vídeo, e a falta de ideias / imaginação sobre o que iria fazer para apresentar no vídeo.

Multiliteracias e identidade - Actividade D


Rui Cardoso





Aspectos Positivos e Negativos:
Este trabalho foi interessante pois através das minhas palavras consegui mostrar um pouco de mim, aos outros. Penso que consegui relacionar bem as minhas palavras com as minhas fotografias e imagens, o que deixou o trabalho bastante interessante, na minha perspetiva.
No entanto, não gostei lá muito de ouvir a minha voz na gravação e achei que o tempo do vídeo foi um pouco reduzido, o que me levou a falar um pouco rápido e à transição das imagens também ter que ser mais rápida.

Guião:






Multiliteracias e identidade - Actividade D


Marta Noversa





Aspectos Positivos e Negativos:
O que para mim foi mais interessante nesta atividade foi explorar melhor o movie maker o que me permitiu melhorar competências. Achei giro que toda a turma pudesse conhecer melhor cada elemento a partir do mesmo e acho até que esta actividade deveria ter sido realizada já no início do ano. Um aspecto que acho que dificultou a tarefa no geral foi o tempo limitado do vídeo o que faz com que tenhamos de cortar varia coisas que até se calhar gostaríamos de pôr no vídeo.
O guião foi outra coisa em que realmente senti dificuldades em fazer uma vez que foi a primeira vez que me foi pedido para fazer, e acho que tínhamos pouca informação para o realizar. Mas concluindo acho que foi uma experiência muito enriquecedora e gostei muito de a realizar, estou contente por mais um objectivo ser concluído.

 Guião