sexta-feira, 22 de junho de 2012

Visita de Estudo


Podem aceder a todas as fotos da nossa visita de estudo no link em baixo:



Aproveitamos a tarde de domingo para irmos ver a selecção nacional a jogar contra a holanda e foi mais um jogo passado com o coração nas mãos.
Ora, Portugal era obrigado a ganhar para passar da fase de grupos mas o principal problema é que esta passagem para a próxima fase do euro não dependi só de nós mas dependia também do jogo ue estava a decorrer ao mesmo tempo que o nosso (Alemanha- Dinamarca).
Por sorte conseguimos realizar o objectivo principal, passar para os quartos de final.
Foi muito bom para nós, mais uma vez, sentir todo o espírito e orgulho português, a união de um país que se junta por esta causa e foi, para nós, definitivamente uma tarde bem passada entre amigos com os nervos à flor da pele.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Leituras Temáticas Recomendadas - Actividade E

Joana Sequeira
Para a minha leitura individual escolhi o capítulo I,que fala sobre a criação de um gabinete de apoio a lésbicas e homossexuais numa universidade, que se localiza numa cidade bastante conservadora o que cria um paradoxo pois cria simultaneamente alguma controvérsia entre a comunidade, mas também se vê algum apoio e um encorajamento em assumirem-se como homossexuais.
Na própria universidade vemos que os professores têm, ideias diferentes pois uns falam abertamente sobre a homossexualidade enquanto outros não fazem qualquer tipo de referência a isso. Isto remete-nos para o capítulo VII, que revela a orientação sexual de um professor e que tem a oportunidade de escolher e de mostrar isso através da decoração do seu gabinete.
O capítulo II refere ainda que se pretende que os alunos desta universidade tenham uma educação diversificada e que aceitem as diferenças assim como no capítulo VII o professor faz referência ao facto de querer transmitir aos seus visitantes conhecimentos através das imagens que podem proporcionar conversas que levam à transmissão de conhecimentos.  


Filipa Barbosa
O capítulo escolhido, por mim, para análise individual intitula-se por “Escolhendo alternativas ao WellofLoneliness”, o capítulo VI da obra “Pensar Queer”.
O capítulo em questão, escrito por RobLinné, tal como o próprio título indica, apresenta-nos uma série de alternativas ao chamado, WellOfLoneliness. A primeira questão surge aqui, sobre qual a noção deste termo. Aquando a leitura deste capítulo os conceitos foram surgindo e interligando-se entre si. Na minha opinião, a palavra-chave a reter deste capítulo e desta obra é o termo “queer”. Este termo exprime o tema fulcral deste texto, a homossexualidade e como ela é entendida.
O capítulo apresentado faz referência à forma de como a homossexualidade foi sendo entendida ao longo dos tempos. Ao longo do texto, são-nos apresentados alguns testemunhos de adolescentes que foram conhecendo esta realidade gradualmente. Esta realidade foi sendo entendida de diferentes formas, e de meios diversos. As alternativas ao WellofLoneliness, mencionam livros, filmes, revistas que fazem referência ao tema da homossexualidade. Após a leitura deste capítulo, é dado a entender ao leitor, a existência por parte dos editores, um cuidado peculiar com este tema, talvez fizessem com que os adolescentes da época tivessem uma ideia errada do que a homossexualidade é na realidade nos dias de hoje, e, de certa forma, também no passado. Isto é, os editores dos diversos meios de comunicação, aproveitavam o facto de a homossexualidade ser um assunto pouco discutido, e visto por muitos como algo pérfido, para fazer passar uma ideia pré-concebida, de que a homossexualidade era de facto algo mau para vivência humana, como uma escolha a não seguir. Para isso, os meios de comunicação utilizavam histórias de pessoas que optaram por ser homossexuais, e que nunca tinham um final feliz. Tal como nos é dito neste capítulo, e passo a citar: “Os romances para jovens adultos tendem a deixar, no final da história, os protagonistas homossexuais sós e isolados, reforçando assim a imagem do queer como uma vítima impotente.”, ou seja, aqueles que não morriam teriam um final infeliz, acabando sós e isolados. Isto para dar a entender a incapacidade de mudar o rumo do destino, fazendo com que as personagens queer parecessem incapazes de ser felizes.
Considero que o meu capítulo está, como todos os outros, muito ligado ao capítulo de grupo. Isto porque toda a obra se rege em volta da discussão sobre a temática da homossexualidade, por isso, também o capítulo VII é regulado em função do mesmo assunto.
A semelhança entre os dois capítulos é grande, sendo que os dois nos passam a ideia de que o ser-se homossexual é algo negativo e que existe por parte de muitos, a tentativa de manipulação desta realidade, bombardeando-nos a todos com imagens heterossexuais.


Rui Cardoso
No capítulo 4, é feita uma breve descrição da vida de um Professor de meia idade, com uma carreira extensa. No entanto, apesar destas características ele revela-se ‘diferente’, isto é ele próprio identifica-se como um professor homossexual, tentando defender ao longo dos anos a sua posição na sociedade. Por isso, nesta parte do livro tenta explicar os seus hábitos e a maneira como relaciona a sua vida privada com a profissional, sendo diversas vezes uma tarefa difícil, visto que os homossexuais, ainda atualmente, continuando a lutar arduamente por respeito e igualdade na sociedade.

Tentando igualar-se na sociedade e na sua vida profissional, este explica aos alunos as suas escolhas e revela sempre que tem um companheiro de vida, com o objetivo de se tornar ‘igual’ a todos os outros professores, que têm opções consideradas normais, pelos estereótipos da sociedade. Mas a luta destes não é só na sociedade, mas também para serem aceitas nas escolas como profissionais e educadores iguais a quaisquer outros. Este revela ainda, que não são só os professores, mas também os alunos “Queer” que lutam por igualdade e proteção nas escolas, devido principalmente aos maus tratos e preconceitos existentes.

Durante o capítulo 7, o professor revela como se enquadra no seu local de trabalho, explicando a decoração do seu gabinete, pois este local é um “misto de conhecimento e ignorância e com o passar do tempo dentro desse local a primeira componente (conhecimento) aumentará, enquanto que a segunda componente (ignorância) vai diminuindo”. O docente decora o seu gabinete de acordo o seu gosto, e as imagens que lá colocam demonstram a quem o ‘visita’ ter uma perceção da maneira de ser deste.

A junção dos dois capítulos ajudou-me a perceber o porquê de o professor escolher o seu gabinete como um local para revelar um pouco de si a quem lá entra, através de imagens. Assim a própria pessoa consegue conhecê-lo um pouco melhor, através de linguagem visual. Penso que é bastante evidente, que ainda hoje, apesar da evolução da sociedade, ainda existe um grande preconceito pelas pessoas “Queer”, e principalmente, quando estas têm uma profissão de elevado estatuto. Por isso, estas têm que aproveitar todas as oportunidades, como o caso do gabinete, para se expressarem e mostrarem realmente quem são, de forma a continuar sempre com a sua luta. 

Marta Noversa
Depois de ler o capítulo 1 do pensar Queer não vejo muitos aspectos relevantes que o liguem ao capítulo 7, a não ser alguns exemplos de como pôr em prática a tal “teoria queer” que o capítulo  1 retrata. Podemos vê-la por exemplo quando no capítulo 7 se fala dos vários quadros que o professor homossexual tinha no seu gabinete, revelando e protegendo o seu verdadeiro “eu” tornando-o mais seguro dos seus ideais.
Passo a expôr algumas ideias que reti depois de ler o capítulo 1:
- “Afinal as vidas creativas são as que valem a pena viver” esta frase revela a teoria queer, já que queer poderá ser traduzido mesmo por  estranho, talvez ridículo, excêntrico, raro, ou até mesmo extraordinário.
- Deduzi que a teoria queer destina-se a qualquer indivíduo que mostra que a sexualidade é uma troca, uma mudança de estar no mundo
- Condena a escola e a igreja uma vez que o ensino premedita o que os alunos devem ser, o que é  bom ou é mau, o que é correto ou incorreto o que faz com que muitos alunos homossexuais se sintam inferiorizados e envergonhados pela sexualidade que têm o que não devia de todo acontecer.

Carina  Barbosa




No meu caso escolhi trabalhar o capítulo 5 do livro Pensar Queer, com o título “Do armário ao curral: neo-estereotipia em In & Out”. Escolhi este capítulo porque, apesar de uma primeira tentativa, em trabalhar o capítulo 3, falhada, o capítulo 5 me apareceu bastante interessante e dinâmico.
         Assim como no capítulo 7, fala dos homossexuais mas faz uma abordagem completamente diferente, mostrando outro lado dos acontecimentos.
No capítulo 5 dá-se um maior foco aos filmes produzidos pelas empresas
cinematográficas e da imagem que esses filmes transmitem dos homossexuais. Faz-se referência a dois filmes: In & Out e Jeffrey. Mostram as várias diferenças entre um filme e outro, dizendo que um mostra uma imagem ridicularizada dos gays, pois as pessoas acham piada à sua maneira de ser, quanto que no Jeffrey mostram o lado mais humano e sexual da vida de um gay, portanto uma imagem mais fiel à real, segundo a autora e os críticos de cinema.
Após o conhecimento obtido através das várias apresentações sobre este livro, vemos que o Pensar Queer é uma obra muito rica, pois mostra várias histórias sobre homossexuais e vários pontos de vista. 


Leituras Temáticas Recomendadas - Actividade E


Para a realização e como capítulo geral para todos os elementos do grupo seleccionamos o capítulo VII, que passamos a resumir e a criticar de seguida:


No início do cap.7 são-nos apresentados 3 presentes (a língua, a coragem e a ternura) que não são mais do que 3 exemplos de componentes críticas de um ambiente de aprendizagem saudável.
O local de trabalho de um professor é um misto de conhecimento e ignorância e com o passar do tempo dentro desse local a primeira componente (conhecimento) aumentará, enquanto que a segunda componente (ignorância) vai diminuindo, este gabinete pode ser decorado, ao gosto do docente, as imagens existentes lá proporcionam a quem está a visitar o local uma linguagem visual, o que permite a estas pessoas moldarem a imagem que nutrem pelo docente.
No caso referido no livro, estamos a falar sobre um professor homossexual de descendência africana. Este tem imagens de ancestrais que valoriza imenso já que o liberalismo que existe dentro da universidade lhe dá liberdade de escolha em relação ao gabinete. Estas imagens presentes no gabinete do docente ilustram, não só dimensões particulares na identidade desse mesmo docente como também intersecções de imagens vivas, muitas vezes a própria visibilidade destas imagens ajuda a desafiar estigmas a elas associados e “valorizar a diferença é um aspecto crucial na minha disciplina de sociologia” como o docente afirma.
Mais a frente o docente explica-nos a imagem, sabemos então que se trata de duas crianças negras, abraçadas ombro a ombro e com um sorriso completamente inocente, com uma inocência tão grande aliás que poucos adultos a conseguirão dar,  esta imagem dá ao docente diversas sensações que são importantes para este se lembrar de quem é, do lugar onde pertence e o que o povo dele passou durante toda a sua história. O docente tem diversos atrás de si, e diz-nos que sente que estes lhe protegem as costas. Fala com mais pormenor de duas imagens que estão acima de todas as outras que também funcionam como uma “prática de liberdade” para o docente e ele afirma que sentir isso a cada novo dia de trabalho é uma verdadeira bênção.
Estas 3 imagens de que o autor nos fala, têm a função de desencadear a vontade de aprender para quem visita este gabinete, estas imagens são também uma tentativa de demonstrar respeito pelos alunos e colegas, são uma afirmação que o docente atribui à tentativa de levar uma vida de resistência, encorajando, os visitantes a fazer o mesmo, estas imagens transformam o gabinete do docente num espaço social.
O docente dá-nos o exemplo de uma música “talking to the wall” que representa uma conversa que resulta no silêncio de uma das partes e contraria esta musica dando o exemplo de que ele “fala” com a parede do seu gabinete todos os dias, faz com elas um diálogo espiritual e intelectual. Para além de imagens, estes retratos possuem uma ressonância simbólica que, por pequena que seja, ajuda a alcançar uma Justiça Social.
O docente afirma que estas imagens não estão rotuladas como “imagens mais apreciadas” e que se escrevesse este artigo no próximo ano seria capaz de escolher outras imagens e não as que ele falou até agora, mesmo assim adora estas imagens porque elas exprimem o “indizível”, e apela para que este indizível possa gritar mais alto, sente-se também honrado por fazer parte daquele povo que vive na imagem.
Terminado o estudo do capítulo VII que foi trabalhado por todo o grupo, podemos dizer que foi interessante, uma vez que adquirimos diversos conhecimentos. Todos nós nos acabamos por identificar em parte com o capítulo pois já todos fizemos a visita a um gabinete de um professore todos reparamos na sua decoração.
Ao longo do capítulo vamos vendo como o preconceito pode interferir na vida de uma pessoa, e como é libertador o facto de o professor se poder expressar através da decoração do gabinete.
Em relação a obstáculos na execução do trabalho do capítulo em questão, não tivemos nenhuns, uma vez que era um capítulo esclarecedor e bastante apelativo no nosso ponto de vista.



Leituras Temáticas Recomendadas - Actividade E

A nossa equipa escolheu o livro Pensar Queer para a execução do trabalho, que no final ficou assim:
http://www.slideshare.net/joanamsequeira/pensar-queer-13348844


Multiliteracias e identidades - Actividade D

Carina Barbosa






Aspectos Positivos e Negativos:
Achei interessante fazer um vídeo para esta Unidade Curricular, visto que assim, estou a desenvolver melhor as minhas competências em programas que não costumo trabalhar com tanta frequência.
Outro aspeto positivo tem a ver com o facto de permitir com que a turma visse o vídeo e então nos pudesse conhecer melhor, apesar de, no meu caso não ter feito sobre mim mas sobre o meu cão, é algo que sem dúvida gosto de partilhar, pois é algo que eu adoro.
Em relação aos aspetos negativos, para mim, a minha maior dificuldade foi sem duvida fazer o guião, pois não conhecia termos relacionados com o mesmo nem com o vídeo, e a falta de ideias / imaginação sobre o que iria fazer para apresentar no vídeo.

Multiliteracias e identidade - Actividade D


Rui Cardoso





Aspectos Positivos e Negativos:
Este trabalho foi interessante pois através das minhas palavras consegui mostrar um pouco de mim, aos outros. Penso que consegui relacionar bem as minhas palavras com as minhas fotografias e imagens, o que deixou o trabalho bastante interessante, na minha perspetiva.
No entanto, não gostei lá muito de ouvir a minha voz na gravação e achei que o tempo do vídeo foi um pouco reduzido, o que me levou a falar um pouco rápido e à transição das imagens também ter que ser mais rápida.

Guião:






Multiliteracias e identidade - Actividade D


Marta Noversa





Aspectos Positivos e Negativos:
O que para mim foi mais interessante nesta atividade foi explorar melhor o movie maker o que me permitiu melhorar competências. Achei giro que toda a turma pudesse conhecer melhor cada elemento a partir do mesmo e acho até que esta actividade deveria ter sido realizada já no início do ano. Um aspecto que acho que dificultou a tarefa no geral foi o tempo limitado do vídeo o que faz com que tenhamos de cortar varia coisas que até se calhar gostaríamos de pôr no vídeo.
O guião foi outra coisa em que realmente senti dificuldades em fazer uma vez que foi a primeira vez que me foi pedido para fazer, e acho que tínhamos pouca informação para o realizar. Mas concluindo acho que foi uma experiência muito enriquecedora e gostei muito de a realizar, estou contente por mais um objectivo ser concluído.

 Guião







Multiliteracias e identidade - Actividade D


Joana Sequeira




Aspectos Positivos e Negativos:
Considero a realização do podcast uma actividade bastante positiva pois faz-nos pensar naquilo que mais gostamos e no que achamos essencial para nós mesmos.
Em relação à realização do pequeno filme, considero que foi positivo o facto de já conhecer algumas das funções do programa, embora considere um aspecto negativo o tempo que demorei a decidir qual seria o programa que iria utilizar.
A escolha do conteúdo foi fácil, embora tivesse muitas mais imagens que gostaria de pôr o que não foi possível devido ao tempo bastante reduzido, aspecto este que considero o mais negativo no decorrer da realização do podcast.
       

Multiliteracias e identidade - Actividade D


Filipa Barbosa



Aspectos Positivos e Negativos:
Considero que esta actividade foi deveras positiva, pois é uma actividade onde cada um de nós pode dar a conhecer parte de si, sem que lhe sejam impostas regras, dando-nos uma oportunidade de mostrar a nossa criatividade, permite-nos visualizar e avaliar o modo com que cada um encara este desafio.
Em relação à construção do meu vídeo, considero que foi algo produtivo para mim, uma vez que me permitiu fazer de um minuto de vídeo, uma coisa minha, na qual me identificasse e o facto é que os resultados estão à vista. Foi gratificante para mim a elaboração deste vídeo, não só porque o “camara men” era o meu namorado, mas também porque me possibilitou manusear no “Windows MovieMaker”, algo aprazível para mim, uma vez que o uso frequentemente para vídeos de família, para os meus amigos, entre outros fins.
Como aspectos negativos, não tenho muito a apresentar, simplesmente o facto de ter assistido à entrevista do Daniel Oliveira ao Cristiano Ronaldo mais que cinco vezes, não é que ele não tenha piada, no entanto após cinco visualizações o jogador tornou-se um pouco repetitivo nas suas palavras, no entanto até essa parte se revelou produtiva.
Em suma, deu-me gozo realizar esta actividade, e considero que todos ficamos a ganhar, demo-nos a conhecer e conhecemos uns aos outros

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O Génesis da Tecnologia




O contexto institucional da UM - Actividade C



Com a dimensão que o avanço tecnológico tem vindo a ter nos dias de hoje, instituições, como as Universidades, vêem-se obrigadas a progredir também a esse nível - daí que a ligação à Internet seja mais rápida, cómoda e acessível. Para tudo isto, vão-se criando programas como o Campus Virtual, que engloba várias plataformas como o e-learning, Repositorium, Projecto e-UM, serviços online, etc.. Podem-se também criar laboratórios virtuais para a partilha de conhecimento e de experiências virtuais, dentro de vários cursos.
Percebe-se, assim, que cada vez mais, a nossa forma de comunicar, pesquisar ou partilhar informações passa, sem dúvida, pela Internet e tudo o que nela existe, porque a necessidade que tínhamos de nos deslocarmos para tratarmos de algum assunto, agora, também poderá ser feita através da Internet.
Logo, a expressão utilizada no site da Universidade do Minho, em relação ao Campus Virtual, seja a mais apropriada, pois define o que realmente acontece: “A Universidade sem muros"

Software Livre - Actividade C



Software livre ou open source (código aberto) é qualquer programa de computador cujo código – fonte deve ser disponibilizado para permitir o uso, a cópia, o estudo e a redistribuição do mesmo. Associadas a este tipo de software estão as organizações: Free Software Foundation e Open Source Initiative. O termo open source surge
Creative Commons e GNU General Public License são softwares livres, relacionados com os direitos de autor, que permitem a expansão das obras através das licenças para tal.
Ainda como este tipo de software, aparece o Moodle, que é um programa de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual.

Ambientes Virtuais - Actividade C



Ambientes Virtuais de aprendizagem são softwares que auxiliam na montagem de cursos acessíveis pela Internet. Elaborado para ajudar os professores no gerenciamento de conteúdos para seus alunos e na administração do curso, permite acompanhar constantemente o progresso dos estudantes. Como ferramenta para EAD, são usados para complementar aulas presenciais. Ex: Moodle, SOLAR, TelEduc etc. Existem também ambientes virtuais que nada têm a ver com a aprendizagem acima descrita. Existem ambientes virtuais, como o Second Life, um ambiente virtual e tridimensional que simula em alguns aspectos a vida real e social do ser humano. Este, como muitos outros é visto como um jogo, uma simulação daquilo que se chama vida real. O Second Life, foi criado em 1999 e desenvolvido em 2003. Este ambiente virtual, recebera muita atenção por parte dos mídia, no entanto, muitos dos usuários começaram abandonar este ambiente para experimentarem novas redes sociais como o facebook, o twitter, entre outras.
Para facilitar a criação destas comunidades, de aprendizagem ou não, surgem na Internet diversos softwares de agregação de pessoas. Dentre os muitos, alguns são voltados ao entretenimento, outros à distribuição de notícias até que chegamos naqueles focados no sistema de ensino e aprendizagem pela Internet.

terça-feira, 27 de março de 2012

Do Papel ao iPad - Actividade B




A curta-metragem denominada por “ EPIC 2014” tem como tema a rápida evolução da tecnologia e do mundo virtual.
Vemos neste filme a mudança repentina que se fez sentir na vida de cada um de nós, uma vez que passamos de um computador que ocupava uma sala inteira para a tecnologia de ponta que podemos sentir todos os dias, exemplo disso são os telemóveis, o iPad, os tablet’s e outro aparelhos que nos permitam, numa questão de segundos aceder a informação processada a milhares de quilómetros de distancia.
Esta rápida evolução traz alterações significativas no nosso dia-a-dia. Em vez de irmos ao correio passamos a ir ao e-mail, em vez de irmos comprar diariamente o jornal passamos a lê-lo no computador ou no tablet. Se precisarmos de uma pesquisa rápida não temos de nos preocupar em ter uma enciclopédia ou ter de ir a uma biblioteca. O gesto agora é bem mais simples, basta ligar o computador e utilizar um motor de busca.
Existem no entanto desvantagens nestas mudanças quotidianas como todos sabemos e como já tem vindo a ser referido ao longo da evolução da tecnologia. Uma das mais debatidas é sobre o facto de a tecnologia nos aproximar de quem está longe e simultaneamente nos afastar de quem está perto.
Em termos de educação o vídeo remete-nos para o facto de hoje em dia a informação necessária para trabalhos escolares ou não estar ao alcance de qualquer pessoa. No entanto este fácil acesso a toda a informação torna-se muitas vezes uma desvantagem pelo simples facto de a maior parte da informação não ser acreditada, sendo assim necessário saber escolher a informação.
As ferramentas virtuais que foram surgindo permitiram que se desenvolve-se o conceito de ensino à distância e ferramentas de comunicação entre professores e alunos como por exemplo o e-learning. A educação deixa de ter assim um espaço unicamente físico.
O filme “The Machine is Us” revela o poder que o texto virtual tem comparado com o texto escrito em papel, uma vez que o texto virtual nos liga a qualquer lado apenas digitando uma palavra. Este tipo de texto é ainda mais flexível, podendo ser alterado com facilidade.
Recebemos através deste pequeno filme um alerta acerca do impacto de cada uma das palavras que escrevemos e publicamos na Internet, uma vez que podem ser vistas por milhões de pessoas. Ao falarmos de palavras referimo-nos também a vídeos e fotografias. Tudo isto são formas diárias de comunicar com o mundo.
O pequeno extracto de uma entrevista de José Saramago, denominada de “Saramago e a janela da alma” remete-nos exactamente para as desvantagens do avanço da tecnologia e da vida em sociedade. Saramago alerta para o facto de nem tudo o que é novo ser o melhor, para a generalização em massa que sofremos com a vida em sociedade que nos faz ter padrões de vida muito idênticos e para o facto de nos tornarem excessivamente consumidores pois queremos estar sempre a par das novidades.
É apontado pelo escritor José Saramago a aceitação que a sociedade faz aos problemas que sabem existir, isto porque identificamos os problemas, temos noção da realidade no entanto não fazemos nada diferente para que eles sejam resolvidos. É como que normal para nós que haja gente a morrer de fome e de frio ao nosso lado, preferindo mesmo assim o comodismo.


Potencial dos ambientes virtuais para a aprendizagem - Actividade A





Encontra-mo-nos numa era em que a palavra inovação é muito importante e cada vez mais cobiçada por todos.  
Portanto, não é de admirar que a cada dia nos deparemos com novas e variadas formas de aprendizagem como por exemplo, o e-learning, os blogs, as redes sociais, etc. A verdade é que há um novo mundo virtual de onde podemos tirar bons ou maus exemplos, aprender ou não com eles e onde enfrentamos diversos perigos tal como no mundo real.

Mas acho que este mundo virtual tem um enorme impacto nas pessoas, um estudo comprovou quem 20% da população lê um jornal enquanto que 95% estão na internet, ou vêm tv e ouvem rádio, depois de olharmos para estes números reparamos numa mudança de mentalidades, as pessoas optam por facilidades para obter informações, foi por isso que o e-learning foi criado, para dar as mesmas possibilidades aos alunos com dificuldade em deslocar-se à escola (instituição), seguindo quase o ditado “se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai até à montanha”. O e-learning facilita a aprendizagem de uma maneira incrível já que está disponível 24h por dia, 7 dias por semana e é o aluno que escolhe o horário que quer e este serviço está espalhado pelo mundo, desde que exista um computador em casa já para não falar que não há despesas de deslocação para os alunos e alguns testemunhos dizem até que como estão em casa a concentração é maior porque privam-se do barulho das salas de aula.
Debruçando-nos agora nos Blogs como recurso para aprendizagem, a conclusão a que chegamos é que são um óptimo recurso, uma vez que são espaços de interacção entre todos os agentes envolvidos no processo ensino/aprendizagem.
Então, o blog pode ser uma aproximação para o aluno e o professor, o blog permite uma reflexão sobre a matéria dada, facilita também a comunicação entre professores e alunos, o professor vai manter-se sempre actualizado devido ao facto de estar sempre a procura de actividades para fornecer aos alunos. Pelas nossas observações a única desvantagem é mesmo não existir uma relação humana entre o professor e o aluno, ficando-se só pela virtual. Mas achamos que é bom apostar mais nestes recursos virtuais uma vez que facilitávamos o acesso ao ensino a muita gente, acabando por fazer com que crianças ou adultos impossibilitados de se dirigirem a um espaço físico, tenham uma sensação de igualdade perante aqueles que podem deslocar-se à instituição de ensino.



Processo de Criação do Post-its - Actividade A



No âmbito da Unidade Curricular de Tecnologia da Comunicação educacional II, criamos um portefólio para colocarmos aquilo que será o nosso trabalho e o produto de final do nosso grupo.
Durante a criação deste portefólio tivemos alguns problemas, uma vez que, antes de optarmos por esta plataforma experimentamos uma outra que se revelou algo complexa. A plataforma era um pouco confusa, não era esclarecedora em termos de criação de pastas e até mesma na publicação de artigos. 
O facto de não conhecermos a plataforma, dificultou um pouco a nossa acção, desta forma decidimos escolher uma nova plataforma, que nos desse a liberdade necessária para construir o nosso portefólio, assim como a estrutura que pretendíamos para o mesmo.


 Imagem da plataforma escolhida anteriormente











Imagem actual do portefólio


Apresentação


Olá!
Este blog é gerido por cinco alunos da Universidade do Minho, da Licenciatura em Educação do 1º ano. Comecemos as apresentações:


Joana Sequeira

 


Marta Noversa



Filipa Barbosa



Carina Barbosa



Rui Cardoso